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Veja consequências jurídicas e políticas do indiciamento de Bolsonaro

Polícia Federal concluiu inquérito que apurou suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. Bolsonaro e mais 36 foram indiciados

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Imagem colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro concedendo entrevista ao Metrópoles - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro concedendo entrevista ao Metrópoles - Metrópoles - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) junto a aliados, nesta quinta-feira (21/11), no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado no Brasil, leva a importantes consequências para o ex-mandatário. As implicações são jurídicas e políticas, podendo acarretar mais um desgaste para a imagem de Jair Bolsonaro e desgastar seus planos de voltar à Presidência da República.

Bolsonaro e outras 36 pessoas foram indiciados pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa. As informações constam no inquérito da Polícia Federal (PF) que apurou a tentativa de golpe de Estado em 2022. O relatório da investigação foi direcionado ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob os cuidados do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação.

O indiciamento é a primeira ação, consequência da conclusão do inquérito. Agora, Moraes deve acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) e precisa analisar o relatório das investigações.

É o órgão que vai emitir um parecer sobre a consistência das provas para a denúncia ou não dos investigados. A PGR também pode pedir novas diligências sobre o caso. O parecer será direcionado ao ministro Moraes. Caso sejam feitas denúncias e o STF as acate, Bolsonaro e também os outros 36 indiciados no inquérito se tornam réus. Na Justiça, terão direito a se defender das acusações e serão sentenciados (condenados ou absolvidos).

7 imagens
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, irritou bolsonaristas ao repostar aliado com Geraldo Alckmin
Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno
Filipe Garcia Martins ao lado do Bolsonaro. Os dois são indiciados pela PF - Metrópoles
Jair Bolsonaro
Mário Fernandes foi secretário adjunto da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro
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Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro são do PL

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, irritou bolsonaristas ao repostar aliado com Geraldo Alckmin

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Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno

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Filipe Garcia Martins ao lado do Bolsonaro. Os dois são indiciados pela PF - Metrópoles

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Mário Fernandes foi secretário adjunto da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro

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O general Mário Fernandes

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Nesta quinta, Bolsonaro sinalizou que sua defesa vai atuar a partir do andamento do caso na PGR. “Isso, obviamente, vai para a Procuradoria-Geral da República. É na PGR que começa a luta”, disse ele, em meio a críticas a Moraes.

No processo, Bolsonaro está sujeito a uma prisão preventiva. Além disso, podem ser aplicadas sanções cautelares como uso de tornozeleira eletrônica, por exemplo. No momento, as duas medidas são improváveis. Em último caso, a condenação pode levá-lo para a cadeia.

Novas barreiras políticas

O novo indiciamento é mais uma complicação para as pretensões políticas de Bolsonaro. O ex-presidente está inelegível por utilizar meios de comunicação estatais para atacar o sistema eleitoral brasileiro. O inquérito da tentativa de golpe pode resultar em outro processo de suspensão dos direitos políticos.

Apesar de inelegível, Bolsonaro se coloca como principal candidato do campo da direita para as eleições de 2026. A esperança é reverter a situação com uma anistia. A medida alcançaria os financiadores e os demais envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro de 2023. Para valer, a proposta precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. No entanto, o indiciamento desta quinta enfraquece o capital político do ex-presidente na busca de apoio para a medida.

No fim de outubro, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PL-AL), tomou uma medida que atrasa a tramitação do projeto de lei da anistia. O texto foi retirado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa. Paralelamente a isso, Lira decidiu pela criação de uma comissão especial para analisar a proposta.

Outros dois fatos recentes reduziram os ânimos para aprovar o “PL da Anistia“. Um deles foi o atentado realizado por um homem-bomba na Praça dos Três Poderes, em frente ao STF. Além disso, a PF realizou, no início da semana, a Operação Contragolpe, que prendeu suspeitos de planejar o sequestro e a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do vice-presidente, Geraldo Alckmin; e do ministro Alexandre de Moraes.

Os dois fatos deixaram políticos e autoridades em choque e reforçaram a mobilização contra o PL da Anistia. Assim, aumentaram as barreiras jurídicas e políticas que Bolsonaro terá de transpor para seguir com o plano de concorrer ao Planalto em 2026.

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